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Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva

Este projeto visa incentivar e apoiar a criação, a circulação, o registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea em partitura e em CD, numa perspetiva reflexiva, envolvendo as áreas da composição, da performance e do som e tecnologias da música.

É um projeto que tem a Escola Superior de Música de Lisboa do Instituto Politécnico de Lisboa como instituição proponente e que conta com a colaboração da Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto, do Departamento de Música da Escola de Artes da Universidade de Évora e ainda da associação MPMP – Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa.

Título|Title:Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva

Acrónimo | Acronym:CCRE-MPC

Programa/Apoio | Program/Support:Projecto financiado no âmbito do Portugal 2020 AAC Nº02/SAICT/2016

Coordenação | Coordination:Carlos Marecos

Equipa | Team:Carlos Marecos (ESML) Carlos Caires (ESML) António Pinho Vargas (ESML) José Luís Ferreira (ESML) Francisco Santiago (ESML) Sérgio Henriques (ESML) Carlos Azevedo (ESMAE) Gustavo Almeida (ESMAE) Christopher Bochmann (UE)

Estado | Status:Concluído

 

Entidades participantes
Escola Superior de Música de Lisboa, do Instituto Politécnico de Lisboa
Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo, do Instituto Politécnico de Lisboa do Porto
Departamento de Música da Escola de Artes da Universidade de Évora
MPMP – Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa

 

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Um Ressoar Cêntrico Dourado

Um Ressoar Cêntrico Dourado

Solange Azevedo Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 01 junho 2018
  • Título da obra: Um Ressoar Cêntrico Dourado
  • Partitura: Um Ressoar Cêntrico Dourado
  • Compositor(a): Solange Azevedo
  • Ano de Composição: 2018
  • Instituição/Pólo: ESMAE
  • Categoria: Ensemble alargado (7+ exec.)
  • Instrumentação detalhada: 1.1.1.0.1/1.1.1.1/2perc/0/1.1.1.1.1
  • Duração Total: 8'50"
  • Duração: 5 -10 min
  • Intérprete(s): Ensemble de Música Contemporânea da ESMAE - dir. Bernardo Lima, Luís Neto da Costa

A escrita desta obra deu-se no âmbito do meu mestrado em composição cujo objeto de estudo é a relação da pintura com a composição musical. Neste sentido, a escrita desta obra iniciou-se pelo estímulo visual de uma pintura de Wassily Kandinsky e da reflexão sobre o livro de Rudolf Arnheim: O Poder do Centro.
Os fatores determinantes na escolha da pintura foram a sua beleza e o facto de conter figuras geométricas bastante precisas – círculos, triângulos, linhas retas, entre outros – que parecem ter sido feitos com régua. O cuidado de escolher formas geométricas precisas, deve-se à definição dos seus contornos, possibilitando uma maior clareza dos gestos melódicos e harmónicos.

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Tertúlia

Tertúlia

Christopher Bochmann Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 01 junho 2018
  • Título da obra: Tertúlia
  • Partitura: Tertúlia
  • Compositor(a): Christopher Bochmann
  • Ano de Composição: 2018
  • Instituição/Pólo: Universidade de Évora
  • Categoria: Ensemble alargado (7+ exec.)
  • Instrumentação detalhada: 1.0.1+Bcl.2.0/0.0.0.0/1perc/Pf/2gtr/2.2.0.0.0
  • Duração Total: 9'50"
  • Duração: 5 -10 min
  • Intérprete(s): Grupo de Música Contemporânea da Universidade de Évora - dir. Christopher Bochmann

Tertúlia (2018) é uma obra composta para o Grupo de Música Contemporânea da Universidade de Évora; é uma de dez peças escritas para a respectiva formação anual deste grupo.
A peça é uma sequência de várias secções de características diferentes. A duração variável de cada uma destas secções define certos pesos diferentes e constantemente flutuantes, alterando assim a perspectiva com que se aprecia cada tipo de música.
Em termos objetivos, a forma é: ABACBADBCABDCDE. Cada uma das secções A, Be Cé de tamanho diferente; apenas a secção De sempre do mesmo tamanho. A secção E(a última) é a maior de todas.
A pluralidade de tipos diferentes de música e as intervenções alternadas de todos os instrumentos cria uma verdadeira mesa redonda em que todos têm a oportunidade de contribuir à conversa musical coletiva.

 

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Positive messages in a falling apart world

Positive messages in a falling apart world

Olívia Silva Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 31 maio 2018
  • Título da obra: Positive messages in a falling apart world
  • Partitura: Positive messages in a falling apart world
  • Compositor(a): Olívia Silva
  • Ano de Composição: 2018
  • Instituição/Pólo: ESMAE
  • Categoria: Ensemble alargado (7+ exec.)
  • Instrumentação detalhada: 1(pic).1.1(bcl).0.1/1.1.1.1/2perc/Pf/1.1.1.1.1
  • Duração Total: 9'40"
  • Duração: 5 -10 min
  • Intérprete(s): Ensemble de Música Contemporânea da ESMAE - dir. Bernardo Lima, Luís Neto da Costa

“Positive messages in a falling apart world” vem da minha análise e ponto de vista, num sentido mais global, acerca do mundo em que vivemos. Proponho-me a criar uma narrativa que entrelaça momentos catastróficos com pontos de luz que criam serenidade, tal como momentos de alívio e felicidade num mundo em constante degradação e guerra. Por isso baseei a peça num poema de Fernando Pessoa que retrata em pleno esta visão, quando “em plena vida e violência (…) a mente já desperta da noção falsa de viver”, “vê que pela janela aberta há uma paisagem toda incerta, um sonho todo a apetecer”.

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Nothingness as an emergence

Nothingness as an emergence

João Carlos Pinto Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 27 maio 2018
  • Título da obra: Nothingness as an emergence
  • Partitura: Nothingness as an emergence
  • Compositor(a): João Carlos Pinto
  • Ano de Composição: 2018
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Obras a solo (excluindo teclado)
  • Instrumentação detalhada: Violoncelo preparado e Electrónica
  • Duração Total: 8'00"
  • Duração: 5 -10 min
  • Intérprete(s): Beatriz Picas Magalhães - violoncelo João Carlos Pinto - electrónica

O Universo não foi criado.

‘Nada’, por definição, não existe.

Sendo que ‘nada’ não pode existir o que resta é a existência.

A existência é infinita. Não tem início. Não tem fim. E, assim sendo, não tem criador.

No entanto, existe uma origem do universo, uma vez que este universo não é existência.

É, meramente, uma infinita pequena parte da existência.

Este universo é um evento espontâneo e inevitável dentro da eternidade da existência.

Todo e cada evento pode, quer e já aconteceu… incluindo este universo.

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Memória | Okiya Flor

Memória | Okiya Flor

Erica Liane Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 27 maio 2018
  • Título da obra: Memória | Okiya Flor
  • Partitura: Memória | Okiya Flor
  • Compositor(a): Érica Liane
  • Ano de Composição: 2018
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Ópera/Teatro Musical
  • Instrumentação detalhada: 4 personagens/1.1.1(ca).0.1(cfg)/1.0.1/3perc/hrp.pf/1.1.1.1.1/4sop.2bar
  • Duração Total: 35'00"
  • Duração: 30+ min
  • Intérprete(s): ClusterLab - dir. Carlos Marecos

Em Memória | Okiya Flor, livremente inspirada no livro Memórias de uma Gueixa de Arthur Golden, realiza-se uma síntese dramática e poética das memórias de uma rapariga japonesa de olhos claros – a Aprendiza –, que perdeu a família no incêndio da sua aldeia e que, sem que lhe fosse dada escolha, foi admitida numa casa de gueixas (Okiya), pela respetiva proprietária e gerente – a Mãe. Na Okiya, a mais experiente (também a mais rentável) e mais bonita gueixa de todas – a Gueixa – vê a sua posição ameaçada por essa rapariga, que, com os seus tão raros olhos de água, poderá facilmente substituí-la, também na preferência do melhor cliente (e homem mais poderoso da região) – o Senhor -, o que vem a suceder. Porém, enquanto a Gueixa ama um jovem – o Rapaz – que não tem meios para a emancipar, mas com quem se encontra sem permissão, a Aprendiza apaixona-se pelo Senhor, acabando igualmente por ser preterida. Ambas se apercebem, então, da sua condição e, verdadeiramente, do valor da vida e da morte.

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Disruption

Disruption

Paulo Novado Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 24 maio 2018
  • Título da obra: Disruption
  • Partitura: Disruption
  • Compositor(a): Paulo Novado
  • Ano de Composição: 2018
  • Instituição/Pólo: Universidade de Évora
  • Categoria: Ensemble alargado (7+ exec.)
  • Instrumentação detalhada: 1.0.1.2.0/0.0.0.1Euph/1perc/2gtr/2.2.0.0.0
  • Duração Total: 1'53"
  • Duração: - 5 min
  • Intérprete(s): Grupo de Música Contemporânea da Universidade de Évora - dir. Christopher Bochmann

Esta peça foi escrita a pedido do Professor C. Bochmann para o Grupo de Música Contemporânea da Universidade de Évora. O objectivo foi aproveitar as capacidades deste grupo de instrumentos pouco habitual, contrapondo o dinamismo dos ataques fortes do “tutti” com simples melodias fragmentadas por vários agrupamentos mais pequenos de instrumentos. A peça apresenta um forma A – B- A’.

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Ausência

Ausência

José Maciel Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 01 fevereiro 2018
  • Partitura: Ausencia
  • Compositor(a): José Maciel
  • Ano de Composição: 2018
  • Instituição/Pólo: ESMAE
  • Categoria: Ensemble alargado (7+ exec.)
  • Instrumentação detalhada: 1.1.1.1/1.1.1/2perc/pf/1.1.1.1.1
  • Duração Total: 9'30''
  • Duração: 5 -10 min
  • Intérprete(s): Ensemble de Música Contemporânea da ESMAE - dir. Bernardo Lima, Luís Neto da Costa

Ausência | 

Num deserto sem água

Numa noite sem lua

Num País sem nome

Ou numa terra nua

 

Por maior que seja o desespero

Nenhuma ausência é mais funda do que a tua.

(Sophia de Mello Breyner Andresen)

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Spinning II

Spinning II

José Luís Ferreira Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 01 junho 2017
  • Título da obra: Spinning II
  • Partitura: Spinning II
  • Compositor(a): José Luís Ferreira
  • Ano de Composição: 2017
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Teclado Solo
  • Instrumentação detalhada: Piano a Quatro Mãos
  • Duração Total: 11'00"
  • Duração: 10 - 15 min
  • Intérprete(s): Mariana Godinho e José Pedro Ribeiro - piano

Esta é a última obra composta por José Luís Ferreira, colega e amigo que nos deixou em 2018. Spinning II (2017), para piano a quatro mãos, não foi estreada em vida do autor, não chegando sequer a existir o contacto entre compositor e intérpretes sobre a sua realização.

Fazendo José Luís Ferreira parte dos investigadores deste projecto, e tendo estes pianistas já privado com o compositor no contexto de outras obras, fez todo o sentido incluir a obra neste trabalho e assim deixar este registo da sua última criação.

A obra foi estreada a 14 de Maio de 2018 na Semana da Composição no auditório Vianna da Motta da ESML, repetida 22 de Maio no Festival Musica Viva e, 3 dias depois, novamente no Teatro Helena Sá e Costa da ESMAE no Porto, pelos mesmo intérpretes deste registo.

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Quéops

Quéops

Manuel Moreira Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 01 junho 2017
  • Título da obra: Quéops
  • Partitura: Quéops
  • Compositor(a): Manuel Moreira
  • Ano de Composição: 2017
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Pequeno ensemble (2-6 exec.)
  • Instrumentação detalhada: 3 Flautas
  • Duração Total: 5'43"
  • Duração: 5 -10 min
  • Intérprete(s): Rita Mendes, Afonso Gaspar, Maria Nascimento - flauta

Esta obra musical foi iniciada numa altura em que me preparava para escrever uma série de quartetos. Desse modo, defini à partida que o número “quatro” fosse base do processo composicional, funcionando como um esqueleto deste trio.Assim, “Quéops” é uma narrativa que se divide em quatro blocos formais distintos, cada um com uma personalidade bem vincada e distinta.A coexistência dos números “três” e “quatro” é comum a esta peça e a qualquer pirâmide triangular (sólido constituído por 4 faces, mas apenas 3 arestas por face), como é o caso do túmulo do faraó “Quéops”.

 

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Pianissimo

Pianissimo

Carlos Caires Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 29 maio 2017
  • electrónica
  • piano
  • Orquestra de Sopros
  • Título da obra: Pianissimo
  • Partitura: Pianissimo
  • Compositor(a): Carlos Caires
  • Ano de Composição: 2017
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Solista(s) e Orquestra de Sopros
  • Instrumentação detalhada: Piano,Electrónica/4.2.3.4.3/4.4.3.1/Tmp.3Perc.harp/0.0.0.0.1
  • Duração Total: 10'00"
  • Duração: 10 - 15 min
  • Intérprete(s): Ana Telles - piano Orquestra de Sopros da ESML - dir. Alberto Roque
  • 0:00

 

Pianissimo é uma peça para piano com orquestra de sopros e electrónica.
Não se trata de uma escrita propriamente concertante, com diálogos e alternâncias solista/tutti mas antes de uma peça para piano expandido timbricamente pelos sopros percussões e electrónica.
O Piano, instrumento que fez parte da minha formação de músico e que se constitui como uma preciosa ferramenta de trabalho na minha actividade enquanto compositor, significa harmonia, ressonância, mas também ritmo e percussão. São estas as principais linhas de força que guiaram a criação de pianíssimo.
Esta peça é dedicada aos meus amigos Ana Telles e Alberto Roque.

 

Carlos Caires

 

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Multidão I - Primeiro

Multidão I - Primeiro

Pedro F. Finisterra Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 27 maio 2017
  • Título da obra: Multidão I - Primeiro
  • Partitura: Multidão I - Primeiro
  • Compositor(a): Pedro F. Finisterra
  • Ano de Composição: 2017
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Ópera/Teatro Musical
  • Instrumentação detalhada: Contratenor/1(afl).0.1(bcl).0.0/1.0.0.0/1perc/hrp/1.1.0.1.1
  • Duração Total: 14'00"
  • Duração: 10 - 15 min
  • Intérprete(s): Rui Vieira - contratenor Ensemble - dir. Diogo da Costa Ferreira

Este projecto surgiu da vontade em executar uma obra para contratenor diferente do repertório praticado habitualmente por este tipo de voz. Ao longo da investigação realizada com esse objectivo, constatámos a diminuta produção de obras contemporâneas de autores portugueses – as únicas com que nos cruzámos escritas especificamente para contratenor foram a ópera “Das Märchen” de Emmanuel Nunes, estreada no Teatro Nacional de São Carlos a 25 de Janeiro de 2008, em que a personagem Fogo-Fátuo foi interpretada pelo cantor de origem inglesa Andrew Watts, e a ópera “Os Dias Levantados” de António Pinho Vargas, estreada nesse teatro a 25 de Abril de 1998, com o cantor Nicolau Domingues na interpretação de Anjo. Assim, foi feito um convite a compositores do departamento de composição da Escola Superior de Música de Lisboa para escreverem uma obra com este fim. Pedro Finisterra, Miguel Diniz e Diogo da Costa Ferreira responderam ao desafio, aos quais se juntou o escritor Nuno Cruz, colaborador habitual de Pedro Finisterra, que escreveu o libreto. A história fala-nos de Rui, um rapaz com problemas de esquizofrenia e múltiplas personalidades, e do seu percurso pela vida em convívio com as várias “vozes” que tem dentro de si. Dessas vozes destacam-se três, exploradas pelos compositores em cada uma das três partes do libreto: Pedro Finisterra em “Primeiro”, Miguel Diniz em “Vera” e Diogo da Costa Ferreira em “Aquele”. Com este projecto pretende-se estimular a criação de obras para voz de contratenor, enriquecendo o repertório que habitualmente se costuma interpretar.

Rui Vieira, Outubro de 2018

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Multidão II - Vera

Multidão II - Vera

Miguel Diniz Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 27 maio 2017
  • Título da obra: Multidão II - Vera
  • Partitura: Multidão II - Vera
  • Compositor(a): Miguel Diniz
  • Ano de Composição: 2017
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Ópera/Teatro Musical
  • Instrumentação detalhada: Contratenor/1(afl).0.1(bcl).0.0/1.0.0.0/1perc/hrp/1.1.0.1.1
  • Duração Total: 15'00"
  • Duração: 10 - 15 min
  • Intérprete(s): Rui Vieira - contratenor Ensemble - dir. Diogo da Costa Ferreira

Este projecto surgiu da vontade em executar uma obra para contratenor diferente do repertório praticado habitualmente por este tipo de voz. Ao longo da investigação realizada com esse objectivo, constatámos a diminuta produção de obras contemporâneas de autores portugueses – as únicas com que nos cruzámos escritas especificamente para contratenor foram a ópera “Das Märchen” de Emmanuel Nunes, estreada no Teatro Nacional de São Carlos a 25 de Janeiro de 2008, em que a personagem Fogo-Fátuo foi interpretada pelo cantor de origem inglesa Andrew Watts, e a ópera “Os Dias Levantados” de António Pinho Vargas, estreada nesse teatro a 25 de Abril de 1998, com o cantor Nicolau Domingues na interpretação de Anjo. Assim, foi feito um convite a compositores do departamento de composição da Escola Superior de Música de Lisboa para escreverem uma obra com este fim. Pedro Finisterra, Miguel Diniz e Diogo da Costa Ferreira responderam ao desafio, aos quais se juntou o escritor Nuno Cruz, colaborador habitual de Pedro Finisterra, que escreveu o libreto. A história fala-nos de Rui, um rapaz com problemas de esquizofrenia e múltiplas personalidades, e do seu percurso pela vida em convívio com as várias “vozes” que tem dentro de si. Dessas vozes destacam-se três, exploradas pelos compositores em cada uma das três partes do libreto: Pedro Finisterra em “Primeiro”, Miguel Diniz em “Vera” e Diogo da Costa Ferreira em “Aquele”. Com este projecto pretende-se estimular a criação de obras para voz de contratenor, enriquecendo o repertório que habitualmente se costuma interpretar.

Rui Vieira, Outubro de 2018

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Multidão III - Aquele

Multidão III - Aquele

Diogo da Costa Ferreira Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 27 maio 2017
  • Título da obra: Multidão III - Aquele
  • Partitura: Multidão III - Aquele
  • Compositor(a): Diogo da Costa Ferreira
  • Ano de Composição: 2017
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Ópera/Teatro Musical
  • Instrumentação detalhada: Contratenor/1(afl).0.1(bcl).0.0/1.0.0.0/1perc/hrp/1.1.0.1.1
  • Duração Total: 15'00"
  • Duração: 10 - 15 min
  • Intérprete(s): Rui Vieira - contratenor Ensemble - dir. Diogo da Costa Ferreira

Este projecto surgiu da vontade em executar uma obra para contratenor diferente do repertório praticado habitualmente por este tipo de voz. Ao longo da investigação realizada com esse objectivo, constatámos a diminuta produção de obras contemporâneas de autores portugueses – as únicas com que nos cruzámos escritas especificamente para contratenor foram a ópera “Das Märchen” de Emmanuel Nunes, estreada no Teatro Nacional de São Carlos a 25 de Janeiro de 2008, em que a personagem Fogo-Fátuo foi interpretada pelo cantor de origem inglesa Andrew Watts, e a ópera “Os Dias Levantados” de António Pinho Vargas, estreada nesse teatro a 25 de Abril de 1998, com o cantor Nicolau Domingues na interpretação de Anjo. Assim, foi feito um convite a compositores do departamento de composição da Escola Superior de Música de Lisboa para escreverem uma obra com este fim. Pedro Finisterra, Miguel Diniz e Diogo da Costa Ferreira responderam ao desafio, aos quais se juntou o escritor Nuno Cruz, colaborador habitual de Pedro Finisterra, que escreveu o libreto. A história fala-nos de Rui, um rapaz com problemas de esquizofrenia e múltiplas personalidades, e do seu percurso pela vida em convívio com as várias “vozes” que tem dentro de si. Dessas vozes destacam-se três, exploradas pelos compositores em cada uma das três partes do libreto: Pedro Finisterra em “Primeiro”, Miguel Diniz em “Vera” e Diogo da Costa Ferreira em “Aquele”. Com este projecto pretende-se estimular a criação de obras para voz de contratenor, enriquecendo o repertório que habitualmente se costuma interpretar.

Rui Vieira, Outubro de 2018

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Nadir

Nadir

João Carlos Pinto Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 27 maio 2017
  • Título da obra: Nadir
  • Partitura: Nadir
  • Compositor(a): João Carlos Pinto
  • Ano de Composição: 2017
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Orquestra de Sopros
  • Instrumentação detalhada: 2+pic.2+ca.3+Ebcl,Bcl.5.2/4.2+flg.2+Btbn.2+Euf/6perc/Pf/0.0.0.0.1
  • Duração Total: 12'00"
  • Duração: 10 - 15 min
  • Intérprete(s): Orquestra de Sopros da ESML - dir. Alberto Roque

Esta obra nasceu duas vezes e morreu uma. Uma primeira versão foi iniciada no fim de 2016 que chegou aos 6 minutos até ser completamente amarrotada e deitada ao lixo. No início de 2017 comecei a escrever aquela que viria a ser a ‘verdadeira’ Nadir.

Foi esta morte que me impulsionou a escrever a obra da forma que ela existe agora – 6 minutos de música e meses do maior bloqueio criativo. Mote – usar as fraquezas como armas, usar o sofrimento como ferramenta.

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Falling in Love Again

Falling in Love Again

Jorge Ramos Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 26 maio 2017
  • Título da obra: Falling in Love Again
  • Partitura: Falling in Love Again
  • Compositor(a): Jorge Ramos
  • Ano de Composição: 2017
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Pequeno ensemble (2-6 exec.)
  • Instrumentação detalhada: Clarinete, Piano, Violoncelo e Electrónica
  • Duração Total: 7'22"
  • Duração: 5 -10 min
  • Intérprete(s): João Pedro Santos - clarinete Pedro Massarrão - violoncelo Sofia Vieira - piano Jorge Ramos - electrónica

Escrita para o Festival UNDERSCORE 2017.
O video consiste em um excerto do filme Blue Angel de Josef von Sternberg - estrelando Marlene Dietrich.
A música original é "Falling in Love Again (Can't Help It)" de Friedrich Hollaender, Alemanha 1930.
Escrita entre 2011 e 2017 como parte do meu portefólio de composição do meu primeiro (1º) ano de mestrando na Escola Superior de Música de Lisboa.

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Esconder-se no multiverso

Esconder-se no multiverso

Lucas Rei Ramos Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 26 maio 2017
  • Título da obra: Esconder-se no multiverso
  • Partitura: Esconder-se no multiverso
  • Compositor(a): Lucas Rei Ramos
  • Ano de Composição: 2017
  • Instituição/Pólo: ESMAE
  • Categoria: Ensemble alargado (7+ exec.)
  • Instrumentação detalhada: 1.1.1.1/1.1.1.1/2perc/pf/1.1.1.1.1
  • Duração Total: 8'20"
  • Duração: 5 -10 min
  • Intérprete(s): Ensemble de Música Contemporânea da ESMAE - dir. Bernardo Lima, Luís Neto da Costa

Num multiverso coexistem diferentes universos, tais como o nosso, que no decorrer de milhões de anos expandem-se e contraem-se até colapsarem numa singularidade. Tendo em conta que é possível atravessar de um universo para o outro por meio de buracos negros e buracos brancos, é fácil se perder na imensidão do espaço. E da mesma forma que eventualmente na nossa pesquisa encontraremos pelo meio algum cataclismo estelar como a explosão de uma supernova, também é fácil ficar sozinho no meio de um grande vazio.

O grande ensemble permite acompanhar musicalmente a viagem, com múltiplos eventos a decorrerem em simultâneo ou uma grande força cósmica a orquestrar um tutti muito coeso. A história de cada um dos universos é contada por meio dos episódios de expansão e contração musicais, tanto no aspecto rítmico como no de densidade da textura. O que parecem simples instrumentos a brincarem com motivos simples como se fossem um particular jogo do esconde-esconde estelar, ganham rapidamente força e aquecem até grandes temperaturas, para terminar por arrefecer pelo efeito da expansão.

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A Pedra de Sísifo

A Pedra de Sísifo

João Caldas Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 29 setembro 2016
  • Título da obra: A Pedra de Sísifo
  • Partitura: A Pedra de Sísifo
  • Compositor(a): João Caldas
  • Ano de Composição: 2016
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Pequeno ensemble (2-6 exec.)
  • Instrumentação detalhada: 2 Percussões e Piano
  • Duração Total: 8'10"
  • Duração: 5 -10 min
  • Intérprete(s): Tânia Luiz - coreografia e performance Ana Pires - piano | António Machado, Rodrigo Azevedo - percussão

Existe uma relação de poder entre criador e criatura:
Deus — Homem; Homem — máquina; pai — filho; autor — autoridade.
O desejo secular de todas as criaturas é passar além do criador.
Em “A Pedra de Sísifo” existe um criador e uma criatura.
Há também o momento em que Sísifo se senta a meio da colina, gesto dissidente contra o destino.

João Caldas

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Reflectir

Reflectir

João Llano Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 01 junho 2015
  • Título da obra: Reflectir
  • Partitura: Reflectir
  • Compositor(a): João Llano
  • Ano de Composição: 2015
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Vozes solo (1-6 cantores)
  • Instrumentação detalhada: Voz solo
  • Duração Total: 8'48"
  • Duração: 5 -10 min
  • Intérprete(s): Catarina Archer - voz

Reflectir

Reflectir não é sentir o coração.

É resolver o complexo, torná-lo simples.

É dar a entender mais do que o que vejo.

Pensamento em plena interacção.

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Prana

Prana

João Ceitil Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 31 maio 2015
  • Título da obra: Prana
  • Partitura: Prana
  • Compositor(a): João Ceitil
  • Ano de Composição: 2015
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Pequeno ensemble (2-6 exec.)
  • Instrumentação detalhada: Flauta, Clarinete, Tuba, Percussão, Violino, Violoncelo e Electrónica
  • Duração Total: 10'40"
  • Duração: 10 - 15 min
  • Intérprete(s): ClusterLab - dir. Carlos Marecos

Prana (sopro de vida) é, segundo as antigas escrituras da filosofia hindu, a energia vital universal que premeia o cosmos, absorvida pelos seres vivos através do ar que respiram. Acredita-se que utilizando vários gestos respiratórios, afim de exercitar e controlar a respiração, é possível controlar a fluidez da energia vital atingido determinados estados de espírito. Traduzir este arquétipo para um discurso musical foi umas das principais energias impulsionadoras para criação destas peça. A sua estrutura foi definida através de diferentes gestos esboçados com intuito de imitar um exercício respiratório, que se configura através de uma espécie de tensão (inspiração), distensão (expiração). Ao contorno (gesto global) que daí resulta e que se repete é aplicado um processo de variação, baseado na conjugação de elementos constantes com elementos variáveis. Este processo pode ser observado a uma micro escala ( dentro de uma secção) bem como a uma macro-escala (entre diferentes secções).

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Double

Double

João Madureira Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 24 maio 2015
  • Título da obra: Double
  • Partitura: Double
  • Compositor(a): João Madureira
  • Ano de Composição: 2015
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Ensemble alargado (7+ exec.)
  • Instrumentação detalhada: 2(pic).2.4(cl,bcl).3(s,a,t,b).0/1.2.1.1/4perc/0.0.0.0.1
  • Duração Total: 14'00"
  • Duração: 10 - 15 min
  • Intérprete(s): Orquestra de Sopros da ESML - dir. Alberto Roque

«Double» (2015) é uma peça composta para dois percussionistas brilhantes, Miguel Ferreira e Tomás Moital, para os quatro percussionistas que os acompanham e muito especialmente para a Orquestra de Sopros da Escola Superior de Música de Lisboa, no ano do seu 10º aniversário. O seu nome deve-se à natureza compósita dos seus solistas, que contagia os percussionistas da orquestra e todos os seus elementos, num jogo de espelhos de resultados imprevisíveis.

Depois de um primeiro momento, em que, como resultado do seu contracenar, vemos aparecer uma alternância entre secções mais estáticas e secções mais dinâmicas, surge uma secção calmíssima, sugerindo, por fim, um momento de sã convivência. Este momento é, no entanto, bruscamente interrompido por uma coda, em que os dois solistas reavivam a orquestra.

Esta peça é dedicada ao maestro Alberto Roque, pela muita estima e admiração que o seu trabalho me merece.

João Madureira

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Sopro do Côncavo

Sopro do Côncavo

Pedro Lima Soares Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 27 maio 2014
  • Título da obra: Sopro do Côncavo
  • Partitura: Sopro do Côncavo
  • Compositor(a): Pedro Lima Soares
  • Ano de Composição: 2014
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Orquestra de Sopros
  • Instrumentação detalhada: 2+pic.1+ca.12+Bcl.5.2(cfg)/4.5+flg.2+Btbn.2+Euf/6perc/Pf/0.0.0.0.1
  • Duração Total: 10'27"
  • Duração: 10 - 15 min
  • Intérprete(s): Orquestra de Sopros da ESML - dir. Alberto Roque

A obra Sopro do Côncavo foi composta no âmbito do III Concurso Nacional de Composição da Banda Sinfónica Portuguesa tendo sido posteriormente premiada e dirigida na sua estreia pelo Maestro Pedro Neves, na Sala Suggia da Casa da Música, no Porto, em Fevereiro de 2015. [em 2017 a obra foi revista pelo compositor.] De uma perspetiva muito abstrata e direcionada para a forma da peça, assistimos três momentos que refiro nestas breves notas pela importância que eles representaram para mim na estrutura poética da obra. Inicialmente o vazio que nos leva à profundidade seguida por uma panorâmica de tensão. Concretizado o nascimento da peça, ouvimos um sopro, ganhamos a coragem para proferir o verbo, somos vivos e enérgicos. No fim, contraímos o peito para dentro, pouco a pouco voltamos atrás no tempo e morremos sozinhos, como era princípio (…). Sopro do Côncavo é um olhar sobre a criação, sobre a existência que parte deste vazio despido de conforto. Uma busca eterna pela solidão que reflete o ascendente mais nobre que há em nós. Sopro é a coragem para existir e a vontade de exprimir a poesia. Côncavo é o espaço que fica por detrás da origem, é a profundidade e a nova dimensão.

Pedro Lima Soares

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Terras por detrás dos montes

Terras por detrás dos montes

Carlos Marecos Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 01 junho 2011
  • Título da obra: Terras por detrás dos montes
  • Partitura: Terras por detrás dos montes
  • Compositor(a): Carlos Marecos
  • Ano de Composição: 2011
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Teclado Solo
  • Instrumentação detalhada: Piano
  • Duração Total: 11'38"
  • Duração: 10 - 15 min
  • Intérprete(s): José Pedro Ribeiro

Esta peça é inspirada em quatro terras do interior de Portugal: – Paul, na Beira-Baixa; Reguengos de Monsaraz, no Alentejo; Miranda do Douro e Paradela, em Trás-os-Montes. No interior de uma linguagem que não é tonal, modal, nem atonal; algumas melodias oriundas dessas terras habitam esta peça, por vezes de forma submersa, empoeirada, distorcida, desgastada pelos elementos, outras vezes de forma filtrada mais límpida e pura.

Carlos Marecos

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O Jardim

O Jardim

Tiago Cabrita Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 27 maio 2010
  • Título da obra: O Jardim
  • Partitura: O Jardim
  • Compositor(a): Tiago Cabrita
  • Ano de Composição: 2010
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Ópera/Teatro Musical
  • Instrumentação detalhada: Sop,Bar/1.1(ca).1(bcl).1(cfg)/1.1.1.0/3perc/0/1.1.1.1.1
  • Duração Total: 30'00"
  • Duração: 30+ min
  • Intérprete(s): Joana Alves - soprano Francisco Henriques - barítono ClusterLab - dir. Carlos Marecos

Inspirado no conto de Rubem Fonseca, “Henri”, o que aqui temos é uma variação desse mesmo conto.
Paris ocupada (1940) e Henry, o homem que não pode escapar a quem é.
O que nele habita não o deixa fugir, mesmo se há uma psicanalista que pode (ou poderia) servir-lhe de espelho redentor.
Sucede que quem mata e faz desse ofício a meticulosa tarefa de mergulhar dentro de si, não pode encontrar redenção.
É Henry, o florista. Ou de certo modo (ou de modo muito muito certo), somos nós todos: por detrás da aparente fragilidade que temos (as flores são essa fragilidade), vive em nós, neste tempo veloz e de rapina, o monstro que habita Henry.
Esta ópera foge, por isso mesmo, às convenções: é sobre uma figura moderna mas esquecida, o serial killer, o homem-monstro que, na sua ocupação diária, prova que estamos longe da humanidade que foi nossa um dia.

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Música para 21 clarinetes

Música para 21 clarinetes

Carlos Marecos Criação, circulação, registo áudio e edição de obras de música portuguesa contemporânea, numa perspetiva reflexiva 27 maio 2000
  • Título da obra: Música para 21 clarinetes
  • Partitura: Música para 21 clarinetes
  • Compositor(a): Carlos Marecos
  • Ano de Composição: 2000
  • Instituição/Pólo: Escola Superior de Música de Lisboa
  • Categoria: Ensemble alargado (7+ exec.)
  • Instrumentação detalhada: 21 Clarinetes: 1 Cl. Piccolo, 15 Cl. Bb, 2 Cl. Alto (ou 1 Cl. A + 1 Cl. Baixo), 2 Cl. Baixo, 1 Cor de Basset
  • Duração Total: 12'28"
  • Duração: 10 - 15 min
  • Intérprete(s): Ensemble de Clarinetes da ESML | dir. Manuel Jerónimo

Esta peça, escrita em 2000, marca uma mudança no meu modo de pensar a composição, pois decisivamente, o fenómeno de ressonância passou a ser estruturante na minha escrita. Essa ressonância não é apenas a da sala de concerto mas também a da escrita musical, onde determinados instrumentos assumem essa função na textura. Há ainda que contar com a espacialização da música pela sala de concerto, com os instrumentistas em torno do público, estando 13 clarinetes em palco e 8 (3+3+2) fora do palco, envolvendo o público (nesta versão o clarinete contralto está substituído por um contrafagote).

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